quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

AS NOITADAS NO BECO...


A já tradicional reunião noturna, na calçada do Beco da Discórdia junta os familiares e atrai vizinhos e amigos, ao redor de uma mesa bem provida. Como já foi dito, a fama do Beco se dissipa, entre risos e conversas, depois da ingestão de algumas doses. Bebidas foram transportadas de longe, mas esse ano, o falsificado whisky  boliviano, foi barrado. E assim as noites se sucederam... e ninguem melhor que Alderi Filho para animar uma turma com o suspense das histórias de alma. 


A última acontecida com Deri foi que forças invisíveis ( bem fortes) levantaram o punho de sua rede e o colocaram no chão. Acordou atordoado, com a cabeça no piso e os pés ainda levantados, com o outro lado da rede, no armador. Necessitou de uma dosagem mais forte para se acalmar e, com medo, recusou dormir na mesma rede.


Ismar, o patrocinador do churrasco da noite, mas quem mesmo ralou para assar essa carne foi Dinha, sua mulher. Enquanto ele enumerava as vantagens da carne, ela caladinha estava em ação, abastecendo a mesa. A vaquinha para compra de cerveja foi algo constante. Parecia cotação da bolsa de valores, ou leilão de comodidades... Aliás, essa é uma família de quotas e esse costume abrange tudo.

Sete das nove mulheres presentes...

Ao assustado Deri, o apoio do irmão mais velho e da irmã mais nova...

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