quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

HISTÓRIAS DE ALDERI - O CACHACEIRO...


Papai nos contava que ele era lá de Catolé do Rocha, parente de um amigo. Bebia demais, muita cachaça. A família estava desesperada e sem dinheiro, pois gastava tudo que ganhava, com a bebida,  faltando o que comer em casa, um aperreio... Foi então que a mulher se valeu da consulta com um médico, para ajudar a pressioná-lo a deixar de beber. Na visita, o doutor foi logo dizendo: "voce toma muita cachaça, está prejudicando sua saúde, sua família"...A resposta: " eu não deixo a bebida nunca"... O médico insistiu e o cachaceiro ficou firme no seu propósito. A mulher, então, começou a lamentar-se, sua mãe ajudou e a pressão foi aumentando. O doutor resolveu achar uma saída para aquele drama e sugeriu: "vamos fazer um trato, já que voce não quer parar de beber, e sua família não lhe aguenta mais... vai tomar só uma "chamada" antes do banho. Faça-me esse pedido e volte aqui depois de um mês." Parecia que não tinha saída, pois de um lado a mulher e sogra chorando, e de outro, o médico martelando...Concordou... Mas depois de três dias  a mulher chegou ao consultório: "Doutor , o que hei de fazer com meu marido?"... "O que aconteceu?", perguntou o médico. "Ele ontem tomou trinta banhos"...


terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

HISTÓRIAS DE ALDERI - A REZADEIRA...


Mais uma história contada por papai sobre uma rezadeira, que morava no sítio vizinho ao de seu pai, que se chamava Mônica do Bom Sossego. Sua aparência era bem estranha, pois além de ser corcunda, era aleijada, mas sua reza era conhecida, por ser muito forte. Mas, na redondeza, tinha um vizinho, conhecido por Zé da Cruz, que desfazia toda reza da Monica. Um dia, porém, Zé da Cruz se viu em apuros com uma dor de dente tão grande, que emendou dois dias com duas noites, sem passar. Ele não aguentou e foi então atrás da "bruxa", como ela a chamava. 
Cedinho chegou à sua porta e disse: "Monica, eu vim aqui pra ocê rezar num dente que num para de doer, por dois dias e duas noites e não me deixa dormir nem comê...mas ocê sabe que eu desfaço a sua reza, não sabe?"
Ela respondeu: " Num tem problema, vá entrando, sente aí, tire o chapéu e as esporas." 
Com o queixão inchado, ele fez tudo como ela pediu. Ela botou as mãos na sua cabeça, começou a rezar...ele caiu num sono profundo. Ela então, sacudiu sua cabeça e disse: "Acorde, acorde."
Ele atordoado, abriu os olhos e resmungou ainda grogue de sono. Disse Monica: " Cuspa agora." Quando ele cuspiu seus dentes caíram todos. Começou a chorar, se aperreou, botou as esporas nos pés... e caíram os dentes da espora. Ele quis ir embora logo, montou seu jumento, mas quando o jumento deu um rincho... caíram os dentes do jumento... Saiu na carreira em direção a sua casa, mas ao chegar viu que... caíram os dentes da mulher e ...os do serrote que estava pendurado na parede... 



segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

O MAIS NOVO EMPRESÁRIO...


Alderi Filho é o mais novo empresário da Família Rocha. Estamos solidários com a nova direção de realização profissional do nosso irmão e lhe desejamos muito sucesso nesse empreendimento. O ramo de negócios é o de confecção de bolos, tortas e coisas proibidas para gordos... Claro que a força motora é a cunhada Isaura, cujos dotes são conhecidíssimos.


Estamos muito entusiasmados com essa nova oportunidade e prevemos um futuro de muito sucesso e doçura... para ambos.
Deri, quer mandar uma mensagem ao seu amigo Edno?

domingo, 26 de fevereiro de 2012

HISTÓRIAS DE ALDERI - CARNE DE BODE...

Maneira de conservar a carne, salgando e secando ao sol...

Mais uma história passada por papai sobre seu tempo de pioneiro pelas estradas do nosso País. Conta ele, que na beira do Rio São Francisco, a única carne servida nos restaurantes era carne de bode. Um dia, parou num deles para almoçar. Entrando foi saudado com efusão pela dona, que já o conhecia, pois era frequentador do lugar há algum tempo. O restaurante estava cheio, com fregueses atracados na comida e ele perguntou: " Dona Francisca, o que tem de comer?"...Ela: "Tem feijão, arroz, salada, farofa, macarrão"...Ele: "E carne?"... Ela: "Tem carne de bode assada, picadinho de carne de bode, carne de bode moída, bife de carne de bode"...Ele interrompeu a longa lista de delícias de bode e perguntou: "Tem ovos?"... Ela: " Tem, voce quer?"... Ele: "Se não for de bode"...

Pelo mundo afora...

sábado, 25 de fevereiro de 2012

FELIZ ANIVERSÁRIO, ALDERI FILHO...


O famoso filho e irmão, Deri, completa mais um ano de vida, e parece que a notícia já chegou à China... Parabens ao mais novo empresário da família. Que as almas benditas lhe cerquem hoje, numa prece de amor e esperança para o futuro. Nós todos lhe desejamos muita saúde, paz, felicidade e sucesso, na sua vida e que esse dia seja comemorado com muita festa... Feliz Aniversário Deri.

Com Isaura, sua esposa...

Sob a "pesada" proteção da irmandade...

As constantes comemorações...

Fôlego...

PARABENS GENISMARA...


Comemoramos hoje, o aniversário da querida neta e sobrinha, Genismara. Votos de muita felicidade, amor, paz, saúde e sucesso, junto da família. Que seu aniversário seja celebrado com muita festividade, tambem na companhia de Robinho, seu filho. Parabens querida. Feliz Aniversário.

Com Robinho e Marluce, no cajueiro gigante, em Natal.

Com papai e crianças, no programa da radio, em Catolé do Rocha.

Com Izabel Cristina, sua irmã.

Com a mãe Geni e irmãos Gismar e Genismar.


Um brinde...

Ao bolo...




sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

NOSSA TIA AVÓ SEVERINA COSTA...

Foto tirada, aproximadamente, na metade do século passado..

Irmã da nossa avó paterna, Vovó Lia ( Maria), Tia Severina posa nessa foto com o esposo Elviro Soares. Atrás dela, está sua filha Lourdinha, entre ela e o esposo, o filho mais novo Francisco e atrás de Tio Elviro está papai ainda bem jovem. Desconheço as outras duas. Eles moravam no Sítio Timbaúba, que ficava vizinho ao Sítio dos nossos avós maternos e, quando crianças, inúmeras vezes fomos lá, passar o dia visitando ou durante a época da moagem da cana de açúcar, onde o ambiente festivo atraía vizinhos e amigos. Beber a garapa, comer o mel com farinha, ajudar às mulheres fazerem alfenin, com cuidado para não deixar a massa morrer...tudo isso fazia parte das atividades em volta da moagem da cana de açúcar. O engenho funcionava por várias semanas, pois os pequenos agricultores em volta do sítio, se revezavam na moagem de suas canas. Nossos tios sempre tão acolhedores e bondosos, com mesas fartas e horários definidos para refeições, começando desde o cedinho café da manhã até a ceia às 6h, que era a refeição depois do jantar. Ficam as nossas lembranças e recordações de um tempo passado, cheio de encantamento e magia infantil.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

NOTICIAS DE PORTO VELHO...


O Carnaval para nossos familiares de Porto Velho não foi de farra, nem de festividade. Chuvas torrenciais atingiram a cidade e a querida irmã, Marilza, esposo e filha vem passando por situações difíceis, com a água invadindo sua já famosa morada, em todos os cômodos com aproximadamente 10 a 12 cm. A perda foi substancial, tanto de móveis como de aparelhos eletrônicos. Nosso Pai ficou sensibilizado com a situação, mas quando o assunto é excesso de água, fica mais tranquilo e diz que tudo vai dar certo. Se a notícia fosse de uma seca, com certeza ia ficar mais vulnerável e quem sabe até oferecesse uma ajuda pecuniária. Claro, nada sem consultar seu caderninho, fazer cuidadosas calculações e programar algumas ligações extraordinárias aos filhos em terra mais estável, para suprir o desfalque.


O trabalho de escoamento e seguidamente limpeza foi árduo, mas os ciclos da vida se intercalam, vindo a estiagem depois das cheias, nos fazendo esquecer temporariamente da morada em lugares alagados. Moram no Bairro Igarapé...

Câmara embassada, na foto da entrada da casa...

A sobrinha Yasmin aproveitou para exibir seus talentos artísticos na lama que cobriu o piso...


quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

HISTÓRIAS DE ALDERI - O ESQUECIMENTO...


Nosso pai adora contar história de idosos. Fala muito do esquecimento e nos conta sobre um velho muito esquecido. Disse que estava neblinando e ele saiu pelo mato, com um guarda chuva. De repente deu vontade de ir ao banheiro, e como estava longe da casa, achou uma árvore e resolveu fazer ali mesmo, embaixo dela. Pendurou o guarda chuva num galho, baixou-se e concentrou-se no serviço. Quando terminou, levantou-se... e bateu com a cabeça no guarda chuva. Surpreso, olhou para cima e disse: "Oxente, um guarda chuva aqui? De quem será?"... Deu um passo para trás...e claro, pisou bem em cima da merda... e disse: " Ah, deve ser do cagão que fez essa nojeira aqui"...


terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

A VISITA DOMINICAL...


À caminho do hospital, ou voltando de lá, a parada obrigatória, para nossa prima e sua mãe é aqui, para tomar fôlego, refrescar com a ingestão de um suco gelado, pedir à benção ao padrinho e atualizar os papos. A enferma é quase sempre Domerina, mas Marcelina e ela são inseparáveis. Domerina é afilhada de papai. Quando ela era ainda uma criança, seu pai, Banim, chegou aqui em casa e falou: "Alderi, eu quero que voce seja padrinho de Domerina." Papai lhe disse: "Mas Banim, nem é São João, nem São Pedro"... Bom, ele já trazia uma vela, e respondeu: "Vamos acender a vela e rezar.".. E assim fizeram. A vela nas mãos e começou a reza: "São João disse e São Pedro confirmou, que Alderi fosse meu padrinho, que Jesus Cristo mandou"..."São João disse e São Pedro confirmou, que Domerina fosse minha afilhada, que Jesus Cristo mandou." Banim falou por ela, pois Domerina não fala fora de casa. Trauma? Excentricidade?... ninguem sabe. Mas, Banim e papai tornaram-se compadres na hora e depois disso, ela já com 38 anos, ainda tem a devoçao de vir aqui pedir, silenciosamente, a benção do padrinho.

Marcelina é rezadeira e na ocasião aproveita para bendizer nossa casa.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

HISTÓRIAS DE ALDERI - MANSIM...


Mansim era amigo de papai dos tempos de juventude. Tinha uma maquininha de moer cana, no Mercado de São Bento. Um dia, ele foi em casa para pegar um feixe de canas que estava no seu quintal e votando com elas ao Mercado, pelas ruas, a quem encontrava, ouvia: "cuidado, a calça vai cair". Puxava o coz da sua calça para cima, mas depois de encontrar várias pessoas e ouvir a mesma advertência, sua calça já estava quase debaixo dos braços, causando um desconforto medonho. Quando chegou ao destino, e botou as canas abaixo, viu que nelas tinha uma calcinha da sua mulher, que estendida no varal, se enganchara nas canas, na hora que as pegou...  Mansim já faleceu, mas sua família ainda mora em São Bento.




sábado, 18 de fevereiro de 2012

CARNAVAL EM JOÃO PESSOA...


Nossa irmã Marlene, veterana excêntrica do agito do Cafuçu, mais uma vez, distribuiu elegância, nas ruas de João Pessoa, na noite de ontem. Com muita animação aliou-se à nossa prima Riso sossegando leões noite á dentro... Contou tambem com a companhia dos filhos. Aguardamos mais fotos...

Com Moi e Tutuca...

FELIZ ANIVERSÁRIO, CAROL...


Quem está de parabens hoje é Carol, filha de Onivaldo, enteada da nossa irmã Marlene. Muitos anos de vida, felicidades, saúde, paz e amor, são os nossos votos. Que esse dia seja de muita alegria, uma celebração da sua vida, junto da sua família. Feliz Aniversário.

Com o pai, Onivaldo...

Com Bia, sua filha...

Com Catarina, sua filha...

O bolo...

HISTÓRIAS DE ALDERI - MANSIM E O CURANDEIRO...


Nos conta papai, que seu amigo Mansim, uma vez procurou ajuda de um curandeiro e rezador que morava atrás dessa serra, para sua mulher, que estava enferma. Era um senhor chamado Manoel Garcia, muito conhecido na região. Lá chegando, com sua mulher, o velho Manoel pegou uma bacia e encheu com água, e lhe pediu 3 galhos de ramo verde. Isso foi difícil, pois era o mes de Setembro e o mato estava todo seco. Mas Mansim avistou um pé de oiticica e dele quebrou os 3 ramos. O ritual começou. Os ramos eram passados dentro da água e em seguida na cabeça da mulher, em forma de cruz e depois eram jogados para trás. Seu Manoel quando terminou, olhou para dentro da bacia e balançou a cabeça. Mansim, se agoniou e disse: " Que a Virgem Mãe me ajude...Ela escapa?" O rezador respondeu: "Graças a Deus voce me procurou, pois de outro jeito, ela não ia ficar boa nunca. Tava com o sol e a lua na cabeça"... "Valha me Deus...um ecripe", disse ele.


sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

NOSSOS AVÓS MATERNOS...

Eulina Soares de Paiva e Antonio Cirilo da Costa casaram em 1912.
Para ele, viúvo, eram as segundas núpcias. Moraram no Sítio Água Preta, Município de Brejo do Cruz. Juntos tiveram  oito filhos, mas somente dois sobreviveram: Isabel (Belinha) e Benedito Costa (Ditinho). Do seu primeiro matrimônio, nosso avô teve dois filhos: Maria e José Costa, sendo que este, com eles viveu até o seu casamento. Vovô Costa era tio da nossa avó paterna, assim que o parentesco entre os nossos pais não é tão longínquo. Ele contava, que quando criança, com 11 anos, tinha ido, na garupa de um cavalo, à festa de comemoração da libertação dos escravos, em 1888. Faleceu em 1954.









Eulina, nasceu em 1889. Era de uma  família grande. Filha de Raimundo Soares Paiva Torres e Maria Aurora Azevedo Maia, de origem Portuguesa. Nossa avó, Eulina, já contava com quase 23 anos quando se casou com vovô Costa, idade considerada avançada para uma jovem solteira, nesse tempo. Corria o risco de ficar no "caritó." Nosso bisavô, Raimundo, quando sabia que um homem enviuvara pelas redondezas, logo ia negociar um casamento para suas numerosas filhas. E assim quase todas casaram-se com viúvos. Depois que o enlace era acertado, o pretendente ia à sua casa e as moças só o viam através dos buracos, propositadamente deixado nas paredes, que davam a visão da sala de visitas. Praticamente só encontravam o noivo no dia do casamento. Tantas delas ficaram viúvas, pois o marido já mais velho, morria primeiro. Foi o caso da nossa avó, que quando enviuvou veio morar conosco. Faleceu com 96 anos em 1985.


quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

PARABENS DUZINHO....


Nosso querido Duzinho faz aniversário hoje. A ele, desejamos um dia muito feliz, que nossa tia Aldiva faça aquele bolo, e a comemoração seja com muita alegria, paz, amor e saúde. Que essa data seja comemorada entre amigos e familiares.

O bolo...

HISTÓRIAS DE ALDERI - A CONFISSÃO...


Outra história que conta nosso Pai, é a de um morador lá do sítio que veio à cidade e foi à Igreja se confessar. O velho confessionário abrigava o padre, que ali ouvia os fiéis. Quando o morador se ajoelhou, pela janelinha ouviu o padre dizer: "Quantas são as pessoas da Santíssima Trindade?" Ele pensou um pouco e começou a contar nos dedos: "Maria Trindade, João Trindade, Zé Trindade, Joaquina Trindade"... No que o Padre interrompeu irritado: "Seu burro, estás blasfemando, levante-se d'aqui"... Saindo encontrou um seu vizinho lá do sítio, que lhe perguntou: "O que foi compadre? Não se confessou?"...Ele respondeu: "Tá ruim, meu compadre, se voce vai se confessar é melhor tomar nota da família Trindade, pois eu disse uns quatro nomes, mas o padre achou pouco"... O compadre, então lhe disse: "Dê uma voltinha e vá fazer sua confissão outra vez,  com o mesmo padre, tem tanta gente que ele não vai lembrar de voce. E se ele ainda lhe perguntar sobre a família Trindade, olhe para mim que eu lhe dou a resposta"... Assim o morador fez, e quando o padre fez a mesma pergunta, ele olhou em direção ao compadre, que mostrou a mão, com dois dedos dobrados. Ele, então, disse: " São 5, seu vigário"... "Cinco?", repetiu o padre, já furioso. "Sim senhor, três em pé e dois de cócoras"...


quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

HISTÓRIAS DE ALDERI - O LADRÃO PARAIBANO...


Papai nos contava que quando viajava para São Paulo, ouviu lá, a história de um compadre, seu amigo, sobre um assalto de que fora vítima. O compadre lhe disse, que quando chegou à delegacia para denunciar o ocorrido, já sabia que o assaltante era Paraibano. O Delegado quis saber porque tanta convicção e ele disse que " a gente conhece o bicho pelo ronco e o homem pela fala". E aí descreveu o ocorrido: "o assaltante chegou lá em casa, entrou pela janela, tinha uma peixeira nos quartos e um revolver na mão...e dentro foi gritando alto":.."mãos p'ra arriba e num faça pantim, não se estribuche e num faça munganga, se não eu furo seu bucho com bala, que ele fica que nem uma urupemba"...

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

OS NOSSOS AVÓS PATERNOS...



Tertuliano Vieira da Rocha e Maria Vieira Costa, casaram em 1927 e tiveram cinco filhos: Aldery, Alcides, Aldiva, Aldeziva e Aldeziro. Viveram no Sítio Currais Velhos, Município de Riacho dos Cavalos.
Nossa avó era uma mulher muito sociável, alegre e resoluta, enquanto que nosso avô era calmo, condescente e mais tímido.



Várias são as histórias sobre a nossa avó Maria, que ouvimos no decorrer das nossas vidas. Sabemos que era uma mulher de muita bravura, determinismo, humor e alegria. Era querida por todos.








Nosso avô Terto, como todos o conheciam, era filho de Augustinho Vieira da Rocha e Maria Soares de Almeida, ela sendo a primeira mulher de três casamentos do nosso bisavô. Vovô Terto  tinha muitos irmãos. Depois do falecimento de sua esposa viveu ainda no Sítio Currais Velhos, e por várias férias nos aventurávamos lá, onde vivia sozinho e nos deliciávamos colhendo os frutos de oiticicas, árvores imensas e frondosas cujos frutos eram vendidos para os produtores de alimentos para o gado.

Vovô Terto faleceu um 1984.


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