quarta-feira, 17 de julho de 2013

VISITANDO A MORADA DOS MORTOS...


Domingo último, cedinho, antes de retornar a João Pessoa, o mano maior, quis fazer uma uma prece no lugar de descanso dos nossos familiares que partiram e também certificar-se da propaganda da vista panorâmica e do jardim que plantamos, nessa morada coletiva do futuro. Pareceu sem entusiasmo, apesar de Marlene "a que sabe" tudo, de tudo e de todos, tentar lhe convencer dos benefícios ao alcance. A insegurança é algo sinistro e "a que sabe" buscou a frase de uma escritora americana, Rita M. Brown, para ir direto ao ponto. "Se você tem medo de morrer, tem medo de viver. Você não pode ter um sem o outro."


Ela realmente tem uma visão do ser humano e suas necessidades psicológicas, pois foi como se uma névoa densa dissipasse, para que a luz brilhasse. Do nosso irmão, ideias e planos saiam como cascatas numa cachoeira. Aprovou o minúsculo plantio e delineou diretrizes para toda a irmandade e futuros acontecimentos. Ficamos convencidas e otimistas e, em linguagem bem realista e materialista, entendemos o que já nos diz o filósofo francês, J. Paul Sartre, que a vida é uma caminhada para a morte.

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