terça-feira, 5 de novembro de 2013

MEDIDA ANTECEDENTE AO TRATAMENTO DA MANGUEIRA DO MURO DAS PLANTAS...


Ontem, Dedé, o genro favorito, cujo nome está na ponta da língua de papai, elaborou um esquema para neutralizar as arapuás brasileiríssimas (sem ferrões) que construíram uma habitação no meio da mangueira, dificultando qualquer penetração de estranhos, para dar início à poda dos galhos secos. Infelizmente foi com fogo que destruiu o trabalho e a habitação das incansáveis obreiras.


Depois da chuva de 66 mm, na noite anterior, não havia perigo de incêndio, disse Dedé, outro descamisado certificado. Subindo os degraus da escada, com cuidado, tentou situar-se com firmeza para efetuar essa operação. Ares de descontentamento de níveis dos altos escalões de proprietários, com certeza, impulsionaram, com rapidez, essa subida.  


Assim as arapuás foram desalojadas para que a poda dos galhos infectados possa realizar-se e que a nossa esperança em contemplar a serra pelo visual verde da acolhedora mangueira, continue realidade.

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