domingo, 2 de novembro de 2014

A MISSA DO DIA DE FINADOS...


Às seis horas da manhã, Pe. Francisco deu início a celebração da Santa Missa em louvor dos finados, reunindo, sob um sol brilhante, um grande número de fiéis, no cemitério da nossa cidade. A visita ao local, no dia de hoje, está na agenda de quase todos os membros da comunidade. O cemitério, previamente cuidado, com nova pintura e sem lixo, acolheu os visitantes desde as primeiras horas do dia.

Flores, velas e preces acompanharam a visita ao túmulo dos familiares e amigos que se foram.

A pregação do Evangelho foi sobre ressurreição e vida eterna. A esperança depois da morte.

Os raios do sol... Etinha e seu lindo bouquet de flores brancas... inspiração para a prece...

Scheila
Lembra-te deles, os chamados mortos que embora invisíveis, não se fizeram ausentes...
Compadece-te daqueles que passaram no mundo sem realizar os sonhos de bondade que lhes vibraram no seio e volve o coração reconhecido para quantos te abençoaram a existência com alguma nota de amor.
Eles avançam para a vanguarda...
Muitas vezes, quando menos felizes, esmolam-te o reconforto de uma oração e, vezes outras, mergulham as dores que os afligem na taça de teu pranto, sequiosos de paz e libertação...
Outros muitos, porém, quais aves triunfantes nas rotas da Eternidade, buscam-te o coração por ninho de afeto que o tempo não destruiu, envolvendo-te o ser no calor de branda carícia para que o desânimo não te entorpeça a faculdade de caminhar...
Lembra-te deles e guarda-lhes a lição.
Ontem, apertavam-te nos braços, partilhando-te a experiência.
Hoje, transferidos de plano, colhem os frutos das espécies que semearam.
Aguça a audição mental e ouvirás o coro de vozes em que se pronunciam. Todos rogam-te esperança e coragem, alargando-te os horizontes. E todos se lembram igualmente de ti, desejando aproveites a riqueza das horas na construção do bem para a doce morada de tua porvindoura alegria, porque, amanhã, estaremos todos novamente reunidos no Lar da União Sublime, sem lágrimas e sem morte.
(Do Livro “Irmãos Unidos”, Scheilla, Francisco Cândido Xavier/Autores Diversos)


O nosso plano de saborear o café do cemitério foi por água abaixo. A barraquinha do ano passado não esteve presente, assim que rumamos à casa de Etinha, para matar nossa fome, num café com pamonha, bolo e outras gostosuras.

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